Se não forem bem assistidos terá um baixo desempenho escolar, e ai os professores têm papel importante na detecção desses problemas. Não fazem lição de casa, perdem o rumo, e assumem a própria vida sozinha, sem apoio dos pais. Esse tipo de sobrecarga está comprovado que afeta o desempenho escolar e todo comportamento emocional e psicológico da criança, levando por caminhos muitas vezes sem volta como o vicio das drogas, álcool, e etc.
Ai vem à pergunta que não quer calar:
O simples fato de ter pais separados leva as crianças a ir mal à escola? As crianças com pais casados não têm o mesmo tipo de dificuldade?
Claro que filhos de família estruturada também apresentam dificuldades escolares, mas o bom relacionamento entre pais e filhos e a harmonia do casal são elementos fundamentais para a obtenção de um bom desempenho escolar.
Não há duvidas de que o que acontece no âmbito familiar da criança, como a separação dos pais, interfere no seu emocional e uma grande parte dos problemas educacionais infantis continua a ser originado no lar. Pois estes aprendem mais e melhor com o apoio dos pais, sentindo-se mais seguros, motivados, estimulados e com vontade de aprender.
O fator que define se uma criança é ou não afetada por esse tipo de evento familiar pode estar ligado ao que Arruda se refere como "resiliência" - a capacidade da criança de se adaptar e lidar com uma situação difícil separadamente da sua vida escolar. "Na física, resiliência é a capacidade de um material sofrer transformação e voltar ao seu estado original, como a borracha e o elástico. Esse conceito foi transferido para a saúde mental infantil e crianças com alto desempenho escolar e bom índices de saúde mental são consideradas altamente resilientes. “São capazes de sofrer o impacto e, com a perda, não se deformarem, e voltarem a seu estado original”
Tudo depende de sua estabilidade emocional, da estrutura e rotina que os pais estabelecem e de questões práticas como a lição de casa etc. O problema não seria a separação em si, mas como os pais deixam o fato influenciar a vida do filho que fica abandonado, sozinho, e não têm orientação e cobrança adequadas, pois os pais estão preocupados demais com a separação”, expondo-o a brigas constantes.
Muitas vezes o aluno é inteligente, capaz, esperto, mas não entrega os trabalhos. Outros têm nota baixa por dificuldade de aprender e compreender, apesar de se esforçar. E às vezes não existe nenhuma correlação entre nota baixa e pais separados. Porque muitos até preferem os pais separados que entendem melhor da criação e rotina escolar. Nessa situação, os professores muitas vezes são os primeiros a presenciar mudanças no comportamento desse aluno e identificar a fonte do problema.
Hoje, o tempo que os pais têm para ficar com os filhos está sendo inferior ao do professor. Por isso como aborda a psicopedagoga Maria Cecília o professor deve estar atento a mudanças de comportamento do aluno, já que suas dificuldades podem vir à tona de diversas maneiras. "Alguns se mostram mais dispersos, apáticos, não demonstram interesse e envolvimento com as atividades. Outros são hiperativos e agitados", Independentemente de como a criança ou adolescente demonstra os problemas que está enfrentando em função da separação dos pais, deve haver um canal aberto para conversa entre alunos e professores.
Sabemos que cada escola lida com a questão de uma maneira, na nossa, sempre se percebe quando o aluno está passando por esse ou outro tipo de dificuldade, porque, quando aquele aluno que sempre fez as atividades começa a deixar de fazer ou fica calado, ou bagunçando tem algo muito grave acontecendo, ai é hora de procurar ajudá-los.
Ai vem à pergunta que não quer calar:
O simples fato de ter pais separados leva as crianças a ir mal à escola? As crianças com pais casados não têm o mesmo tipo de dificuldade?
Claro que filhos de família estruturada também apresentam dificuldades escolares, mas o bom relacionamento entre pais e filhos e a harmonia do casal são elementos fundamentais para a obtenção de um bom desempenho escolar.
Não há duvidas de que o que acontece no âmbito familiar da criança, como a separação dos pais, interfere no seu emocional e uma grande parte dos problemas educacionais infantis continua a ser originado no lar. Pois estes aprendem mais e melhor com o apoio dos pais, sentindo-se mais seguros, motivados, estimulados e com vontade de aprender.
O fator que define se uma criança é ou não afetada por esse tipo de evento familiar pode estar ligado ao que Arruda se refere como "resiliência" - a capacidade da criança de se adaptar e lidar com uma situação difícil separadamente da sua vida escolar. "Na física, resiliência é a capacidade de um material sofrer transformação e voltar ao seu estado original, como a borracha e o elástico. Esse conceito foi transferido para a saúde mental infantil e crianças com alto desempenho escolar e bom índices de saúde mental são consideradas altamente resilientes. “São capazes de sofrer o impacto e, com a perda, não se deformarem, e voltarem a seu estado original”
Tudo depende de sua estabilidade emocional, da estrutura e rotina que os pais estabelecem e de questões práticas como a lição de casa etc. O problema não seria a separação em si, mas como os pais deixam o fato influenciar a vida do filho que fica abandonado, sozinho, e não têm orientação e cobrança adequadas, pois os pais estão preocupados demais com a separação”, expondo-o a brigas constantes.
Muitas vezes o aluno é inteligente, capaz, esperto, mas não entrega os trabalhos. Outros têm nota baixa por dificuldade de aprender e compreender, apesar de se esforçar. E às vezes não existe nenhuma correlação entre nota baixa e pais separados. Porque muitos até preferem os pais separados que entendem melhor da criação e rotina escolar. Nessa situação, os professores muitas vezes são os primeiros a presenciar mudanças no comportamento desse aluno e identificar a fonte do problema.
Hoje, o tempo que os pais têm para ficar com os filhos está sendo inferior ao do professor. Por isso como aborda a psicopedagoga Maria Cecília o professor deve estar atento a mudanças de comportamento do aluno, já que suas dificuldades podem vir à tona de diversas maneiras. "Alguns se mostram mais dispersos, apáticos, não demonstram interesse e envolvimento com as atividades. Outros são hiperativos e agitados", Independentemente de como a criança ou adolescente demonstra os problemas que está enfrentando em função da separação dos pais, deve haver um canal aberto para conversa entre alunos e professores.
Sabemos que cada escola lida com a questão de uma maneira, na nossa, sempre se percebe quando o aluno está passando por esse ou outro tipo de dificuldade, porque, quando aquele aluno que sempre fez as atividades começa a deixar de fazer ou fica calado, ou bagunçando tem algo muito grave acontecendo, ai é hora de procurar ajudá-los.
Carmen Guerreiro
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