quinta-feira, 28 de julho de 2011

Palestra com os alunos da EJA - Tema Hepatite

Ontem dia 27/07/11/ quarta-feira, na Escola Municipal Grupo Escolar Navarro de Brito houve uma palestra direcionada aos alunos da EJA ministrada pelas Agentes de Saúde do município, Graziela e Aparecida. com o objetivo de divulgar a prevenção das hepatites e esclarecer os tipos de vírus, formas de transmissão e intensificação da vacina de hepatite B.
As hepatites são doenças silenciosas, que não apresentam sintomas, sendo um grave problema de saúde pública, pois a maioria das pessoas não sabe que são portadoras do vírus, aumentando ainda mais a cadeia de transmissão das hepatites.
Neste dia 28, Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais as secretarias de saude
vem orientar toda a população para a prevenção das hepatites, em especial os jovens até 24 anos, com o incentivo de tomarem a vacina da hepatite B e as pessoas maiores de 45 anos, a realizarem o exame para diagnóstico da hepatite C.

O que é?
É uma inflamação do fígado causada pelo Vírus da Hepatite C (HCV).

Como se adquire?
Situações de risco são as transfusões de sangue, a injeção compartilhada de drogas e os acidentes profissionais.


O que se sente e como se desenvolve?
Diferentemente das hepatites A e B, a grande maioria dos casos de Hepatite C não apresenta sintomas na fase aguda ou, se ocorrem, são muito leves e semelhantes aos de uma gripe.

Como o médico faz o diagnóstico?
Na fase antes do aparecimento das complicações, exames de sangue realizados por qualquer motivo, podem revelar a elevação de uma enzima hepática conhecida por TGP ou ALT.

Como se trata?
Nos raros casos em que a hepatite C é descoberta na fase aguda, o tratamento está indicado por diminuir muito o risco de evolução para hepatite crônica, prevenindo assim o risco de cirrose e câncer.

Como se previne?
A prevenção da hepatite C é feita pelo rigoroso controle de qualidade dos bancos de sangue, o que no Brasil, já ocorre, tornando pequeno o risco de adquirir a doença em transfusões.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Amizade - A arte de cativar pessoas

No enredo da sala de aula, estamos acostumados a notar a ausência de um aluno que dificilmente está presente nas aulas, o qual é normalmente chamado de “turista”, do mesmo modo que sentimos facilmente a ausência de alunos que quase nunca faltam e assim por diante.
Se o relacionamento entre professor e alunos é influenciado pela ausência ou presença destes, chama-nos a atenção a grande influência que sofre um sentimento que, muitas vezes, não temos muito tempo para darmos atenção: a amizade.
Apesar de sempre ter existido, a amizade manifesta-se em diversas maneiras, dependendo dos perfis de cada um, ou seja, dependendo do que cada um busca para si no que se refere à amizade.

Por mais que, devido a amargas experiências, algumas pessoas desacreditem do potencial da amizade ou de se ter amigos por perto, ela ainda existe e, inclusive, é essencial para a vida de qualquer um de nós.

Nossos alunos e tantas outras pessoas, principalmente as mais jovens, muitas vezes podem até pensar que ter amigos é essencial para momentos de divertimento e de prazer e, por isso, buscam companhias agradáveis, de bem com a vida e com muita energia para fazer da vida uma grande e interminável festa, na qual não há tempo para dar atenção àquele que, por qualquer motivo, está impossibilitado de também festejar.

Contudo, essas pessoas precisam compreender que melhor é conquistar amigos para o amanhã, tal como plantar em terra fértil e esperar o dia da colheita, considerando que temos razoável controle apenas sobre o hoje e agora, mas nada sabemos sobre o que ainda não aconteceu, ainda não existe, não sendo reservado a nós nenhum controle sobre o dia de amanhã.

Quando chegarem a nós dias que nos fazem perder o sono e ganhar uma lamentável dor de cabeça diante de fatos frustrantes, os quais nos fazem repensar nossos pontos de vistas e conceitos, será bem menos difícil se tivermos o privilégio de desfrutarmos da companhia de alguém que quer o nosso bem, que nos quer ver no primeiro lugar do pódio.

Isso é ter amigo, isso é conquistar a amizade de alguém, ou seja, conseguir cativar alguém durante a nossa vida e ver esse alguém torcendo por nós, pelo nosso bem-estar.

É claro que cativar pessoas é uma arte da qual julgamos que nem todos são artistas, mas é importante pensar que artista não é apenas aquele que tem grande habilidade numa determinada arte, mas também aquele que a observa, que a prestigia, que a tem em grande estima, tal qual a amizade.

O fato de nem tudo ser flores, como dizem por aí, não é razão para não tentarmos mais uma vez e exercitarmos nossa habilidade na arte de cativar pessoas, de conquistá-las como nossas amigas.

Há, é verdade, algumas amizades que são conhecidas como interesseiras, considerando a carga de significado desse adjetivo, o qual remete a pessoas egoístas, que vivem em função dos próprios interesses e que não se importam com o impacto de suas ações sobre o outro desde que seus objetivos sejam alcançados e alcançados a qualquer custo.

Ora, mas os obstáculos não podem nos impedir de tentar até conseguir alcançar a graça e a beleza de estarmos envolvidos com amigos, com pessoas que, ainda que não compartilhem dos mesmos conceitos que os nossos, estão ali conosco para o que der e vier.

Claro que tudo isso exige maturidade por parte de todos os envolvidos em laços de amizade, mas convém refletir sobre isso, já que o prêmio por termos conquistado amigos é mais valioso do que o próprio ouro, é algo que só pode explicar quem tem amigos e, ainda mais do que isso, quem sabe ser amigo para todas as horas.


Erika de Souza Bueno Consultora-Pedagógica de Língua Portuguesa do Planeta Educação. Professora de Língua Portuguesa e Espanhol pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa e família. Editora do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br).

terça-feira, 19 de julho de 2011

AMBIENTE PROECEDIMENTAL


Toda profissão tem o seu passo a passo, o seu sistema, os seus procedimentos, e o profissional só pode ser chamado de excelente quando domina esse passo a passo, o sistema e os procedimentos. Pois são eles que garantem o resultado esperado.
Para garantir que o aprendizado aconteça (o resultado esperado), é preciso lançar mão de procedimentos para organizar o ambiente onde ocorrerá o aprendizado.
Nos últimos artigos já falei sobre o que é e o que não é gerenciamento da sala de aula, e também falei sobre procedimentos para a sala de aula.
Talvez você conheça alguém que já tenha dito: “não preciso de processo nenhum, quando algo dá errado envio o aluno para a Coordenadora ou para a Diretora” e está resolvido.

Quando o Educador, por motivos banais, envia o aluno para a Coordenação ou para a Direção está passando uma imagem negativa de si mesmo para várias pessoas:

- Aluno: o aluno vê que o Professor não tem autoridade para resolver
- Outros alunos: a sala vê que o Professor não soube resolver a questão
- Coordenador/Diretor: que o Professor não dispõe de conhecimento/competência
para controlar/gerenciar a sala de aula
- Colegas: os outros Professores vêem que o colega perdeu o controle da sala
- Pais: que o Professor não sabe colocar ordem na classe.

Por isso, da próxima vez que alguém disser que resolve a questão do gerenciamento da sala de aula enviando o aluno, por motivos banais, para a Coordenação, você já sabe esse professor não está conseguindo atingir o resultado esperado com os alunos e se você consegue ver isso, tenha a certeza que a Coordenação, a Direção e os Pais também estão vendo.
Convido você a colocar no papel quais são os seus processos atuais para:
- entrada/saída/intervalo/ida ao banheiro
- tarefas de sala/ tarefas de casa/ trabalhos de pesquisa/trabalhos em grupo
- quando o aluno chega atrasado/quando chega cedo
- quando vem sem uniforme/quando traz algo que não era para trazer
- quando o aluno perde algum material
- quando alguém é acusado de roubo na sala de aula
- quando alguém fala mentiras
- quando o aluno briga ou sofre agressão (verbal ou física)

- quando ocorre reunião de pais
- em quais situações é permitido enviar o aluno para a Coordenação
- em quais situações é enviado bilhete aos Pais
- em quais situações os Pais são chamados na escola
Depois de listar cada situação, liste também as soluções, e veja se o resultado esperado para cada uma delas é atingido. Implemente os novos procedimentos ensinando os alunos, fazendo os ajustes e reforçando sempre até que se torne um hábito para eles determinados comportamentos.
Haverá situações em que o aluno DEVE ser enviado para a Coordenação e/ou Direção. Para saber em quais situações isso deverá ocorrer, pergunte a Coordenação e/ou Direção, pois cada Escola tem procedimentos próprios quanto a esta questão.

Lembre-se você brilha quando faz com competência e organização além do que lhe é pedido.
Abraços,
Roseli Brito

Pedagoga - Psicopedagoga - Neuroeducadora e Coach

Toda mudança deve começar por você

Às vezes a vida se torna meio chata e difícil, mesmo assim não podemos deixar de pensar e tentar compreender os seus motivos. Encontrar esses motivos faz com que nossas vidas e problemas, junto com os obstáculos que enfrentamos se tornem mais leves. Existem momentos que são realmente difíceis e irritantes e é nessa hora que devemos exercitar e colocar em prática tudo o que aprendemos teoricamente em nosso caminho espiritual. Existem pessoas que, ainda imersas nos ensinamentos caracterizados pelos dogmas, acreditam que, se viverem a vida de forma equilibrada, comendo saudavelmente, tratando bem às pessoas que se relacionam e trabalhando com organização e afinco, escaparão das dificuldades da vida.
É claro e lógico que podemos diminuir muito dessas dificuldades seguindo um código de ética definido, mas não se esqueça que o que passamos no dia de hoje é resultado direto de nossas ações e reações no passado. E é exatamente por isso que devemos parar para refletir sobre nosso momento presente. Se em uma situação limite perdemos a razão e reagimos com dureza e irritação, certamente continuaremos a repetir o mesmo padrão que construímos no passado e dessa forma não mudamos nada. Possuímos um corpo mental exatamente para controlar e compreender nosso corpo emocional. Se deixarmos que as emoções corram livremente como cavalos selvagens, nos tornamos vítimas de nosso ego e conseqüentemente da vida.
No entanto, se usarmos nossa capacidade reflexiva e não deixarmos que as emoções tomem a dianteira das situações passamos a funcionar de maneira diferente da que sempre funcionamos e, assim, desenvolvendo cada vez mais nosso corpo mental, nos tornamos donos e senhores de nossas vidas. A cada tentativa e acerto nos tornamos mais fortes e nossos egos inferiores são impedidos de se manifestar.
Dessa forma, damos passagem à manifestação de nossas almas, de nossos egos superiores, nossa vida se torna cada vez mais fácil de ser levada. Os problemas passam a ser enfrentados de outra forma, com mais tranqüilidade, otimismo e fé.
Costumo sempre dizer que "tudo o que é passageiro, passa". E isso é óbvio. No entanto, muitas vezes conseguimos perder toda e qualquer compreensão exatamente por deixarmos de lado nossa capacidade analítica. Se você está passando por algum problema neste momento, e é quase certo que esteja, pare para pensar em qual é o tamanho e o valor dessa questão que o incomoda. Alguns pequenos problemas emocionais e de saúde, problemas no trabalho e financeiro, enfim, problemas passageiros. Pense honestamente o tempo que precisa para resolvê-lo: uma semana, um mês, um ano, dois anos? Isso é passageiro.
É fato que nessa situação terá que colocar em andamento muitas das qualidades que possuí e que de vez em quando precisam ser acionadas. Esse é o exato momento em que precisa colocar em prática as teorias espirituais que conhece. É sabido que, se fizermos um pequeno movimento de mudança, na maioria das vezes, muita coisa pode mudar. Se não mudarmos nossa forma de reagir, estaremos como animais irracionais, repetindo compulsivamente ações e reações do passado. Isso não ajuda em absolutamente nada. Portanto, se deseja mudar algo em sua vida, comece por você. Se está enfrentando alguma situação de dor, avalie os motivos que levaram você a enfrentar esse momento. E mude. Tenha coragem de mudar. Não deixe para depois o treinamento eficaz do controle sobre suas emoções.
Caso exista falta de consciência de seus reais motivos, é interessante procurar ajuda de um bom profissional para trazer à tona o que você ainda desconhece. Volto a dizer que "tudo o que é passageiro, passa". E se você parar para pensar vai perceber que não se lembra de muita coisa que aconteceu a você no ano passado. Se a dor é de amor ou de falta de dinheiro, também vai passar. Basta escolher qual o caminho que deve seguir para recomeçar e construir uma nova vida.
Eunice Ferrari
http://euniceferrari.net/

http://orientacaoeducacionalemacao.blogspot.com/2008/07/meus-vdeos.html

A arte de viver bem

Não exija dos outros o que eles não podem lhe dar, mas cobre de cada um a sua responsabilidade.Não deixe de usufruir o prazer, mas que não faça mal a ninguém.
Não pegue mais do que você precisa, mas lute pelos seus direitos.
Não olhe as pessoas só com os seus olhos , mas olhe-se também com os olhos dela.
Não fique ensinando sempre, você pode apreender muito mais.
Não desanime perante o fracasso, supere-se transformando em aprendizado.
Não se aproveite de quem se esforce tanto, ele pode estar fazendo o que você deixou de fazer. Não estrague um programa diferente com seu mal humor, descubra a alegria da novidade. Não deixe a vida se esvair pela torneira , pode faltar aos outros...
O amor pode absorver muitos sofrimentos, mesmo a falta de respeito a si mesmo!
Se você quer o melhor das pessoas, dê o máximo de si, já que a vida lhe deu tanto.
Enfim agradeça sempre, pois a gratidão abre as portas do coração.

Por Içami Tiba - www.tiba.com.br

Ela deu tudo o que tinha

Uma garotinha de 10 anos entrou na joalheria e pediu para ver um colar que estava na vitrine.
O dono da loja, desconfiado, mostrou o colar á menina.
- É para minha irmã mais velha. Hoje é aniversário dela e desde que minha mãe morreu é ela quem cuida de mim. Ela é muito boa e quero dar um presente lindo para ela como esse colar.
O dono da loja, novamente, desconfiado, perguntou:
- Quanto dinheiro você tem?
E a menina tirou um lenço e dentro do lenço, tinha R$ 10,00 em moedas. E a menina perguntou:
- Isso dá? Quero que o senhor faça o melhor embrulho que puder. O mais bonito!
O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em uma caixa bem bonita, embrulhou, fez um caprichado laço de fita e disse a menina:
- Tome leve com cuidado para não perder.
E a menina saiu feliz saltitante pela rua.
Meia hora depois entra na loja uma moça de uns 18 anos, linda e perguntou:
- Este colar foi comprado aqui?
- Sim, senhorita, respondeu o dono da loja.
- E quanto custou?
- Ah! Falou o dono da loja – o preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.
E a moça confidenciou:
- Mas minha irmãzinha não tinha dinheiro para comprar este colar. Eu sei que ela não tinha mais do que R$ 10,00!
O homem tomou o colar, refez o embrulho, colocou a fita e devolveu-o á moça dizendo:
- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa poderia pagar, ela deu tudo o que tinha!
Nesta semana pense nesta pequena estória. Qual é o valor de alguém que dá tudo o que tem, tanto de material, quanto não material?
Quanto vale alguém que não se economiza para ajudar aos outros?

Trabalho em equipe

Por mais que um profissional tenha experiência e seja considerado um exemplo para ser seguido por seus pares, chegará o momento em que ele precisará de ajuda, precisará compartilhar conhecimentos, trocar ideias, enfim, trabalhar com outras pessoas. Infelizmente, há profissionais que acreditam que são auto-suficientes e que em momento algum da sua vida, tanto pessoal quanto profissional, necessitará da presença de alguém ao seu lado. Isso, muitas vezes, faz com que colaboradores de talento percam a capacidade de desenvolver uma competência comportamental tão valorizada no mercado de trabalho: a capacidade de trabalhar em equipe e lidar com o diverso. Abaixo, listo alguns dos motivos para não se isolar das pessoas que convivemos no dia a dia corporativo.
1 - Cada pessoa possui uma personalidade. Umas são mais extrovertidas e outras introvertidas. Não é errado ser mais contido, tímido em relação os demais. Contudo, o ser humano vive em sociedade e isso é extensivo à rotina das empresas. Quem fecha as “portas” para todos os colegas de trabalho corre o risco de ser considerado um mal-humorado. Se a correria organizacional já é estressante, imagine conviver com um profissional que tem a testa franzida durante todo o expediente?
2 - Quem acredita que estar calado durante quase todo o dia garantirá que os conflitos e os problemas ficarão sempre longe, engana-se. Ao invés de ser considerado um indivíduo que não quer confusão com os colegas, pode ser interpretado como alguém que se acha melhor do que os demais.
3 – Há ainda profissionais que se afastam dos seus pares, com receio de perder o cargo. Afinal, se conversar com os outros pode dar o “ouro ao bandido” e repassar informações valiosas. Lembre-se que existem dois tipos de conhecimento: aquele que está registrado nos livros, manuais, computadores e aquele que você carrega ao longo da vida e que ninguém pode arrancá-lo da sua mente, pois foi conquistado graças ao seu esforço.
4 - Da mesma forma que o profissional nega-se em compartilhar conhecimento com os demais colegas, ele dá motivos para que seus pares não partilhem novas tendências do mercado consideradas valiosas para o negócio da empresa. Ou seja, a pessoa torna-se “um peixe fora d’água”, enquanto muitos fatos relevantes ocorrer ao seu redor.
5 - O isolamento traz outro ponto negativo. Com o passar do tempo, quem se mantém afastado dos colegas observa que nunca é convidado para assistir uma peça teatral, um bom filme ou mesmo para uma boa conversa depois do expediente. O sentimento de discriminação acaba por invadir a pessoa.
6 - Você se aproximaria fecha-se em uma ostra e faz um mundo “paralelo” no ambiente organizacional, em determinado momento precisará, por exemplo, de alguma informação para agilizar o seu trabalho. No entanto, como você nunca se mostrou disposto a ajudar seus colegas e tampouco manteve um relacionamento, no mínimo, educado, a chance de ter seu pedido atendido prontamente será remota.
7 – Informações valiosas e relacionadas ao ambiente de trabalho sempre circulam entre os profissionais. Não se inclua aqui os boatos promovidos pela “rádio peão“, mas notícias que agregam valor ao profissional como a realização e um treinamento com número limitado de vagas. Quando se está isolado da equipe, essas informações chegarão até você, mas quando as inscrições estiverem encerradas.
8 - Quando o afastamento do profissional ganha proporções significativas, isso não é perceptível apenas pelos membros da equipe, mas também pelo gestor que está atento a tudo o que acontece no setor que está sob sua responsabilidade. Um profissional que se fecha para o mundo, esquece de que ele mantém distância da sua liderança e isso, por sua vez, pode passar a impressão de que sua satisfação com a empresa é negativa. Se, porventura, ocorrer a necessidade de redução do quadro funcional, quem não está engajamento com a equipe pode tornar-se alvo de um futuro desligamento.
9 – Dizer não para o os relacionamentos interpessoais é podar a chance de adquirir uma das mais requisitadas competências comportamentais da atualidade: aptidão para trabalhar em equipe. Vale ressaltar que esse diferencial facilita consideravelmente que os profissionais aceitem com menos impacto os processos de mudanças e a realidade de que a globalização trouxe consigo a diversidade. Trabalhar com profissionais que apresentam personalidades diferenciadas e valores, por vezes, antagônicos é uma realidade que toda empresa competitiva convive diariamente.
10 – Empregabilidade. Essa palavra sempre se encontra em evidência no mercado em constante processo de mudança. Nesse contexto, os profissionais que estão atentos às tendências organizacionais reconhecem o valor de uma boa rede de relacionamento, com vistas em necessidades futuras. Quando alguém opta por se afastar da equipe está podando a possibilidade de manter de manter um network ativo.

Trabalho em equipe

Por mais que um profissional tenha experiência e seja considerado um exemplo para ser seguido por seus pares, chegará o momento em que ele precisará de ajuda, precisará compartilhar conhecimentos, trocar ideias, enfim, trabalhar com outras pessoas. Infelizmente, há profissionais que acreditam que são auto-suficientes e que em momento algum da sua vida, tanto pessoal quanto profissional, necessitará da presença de alguém ao seu lado. Isso, muitas vezes, faz com que colaboradores de talento percam a capacidade de desenvolver uma competência comportamental tão valorizada no mercado de trabalho: a capacidade de trabalhar em equipe e lidar com o diverso. Abaixo, listo alguns dos motivos para não se isolar das pessoas que convivemos no dia a dia corporativo.
1 - Cada pessoa possui uma personalidade. Umas são mais extrovertidas e outras introvertidas. Não é errado ser mais contido, tímido em relação os demais. Contudo, o ser humano vive em sociedade e isso é extensivo à rotina das empresas. Quem fecha as “portas” para todos os colegas de trabalho corre o risco de ser considerado um mal-humorado. Se a correria organizacional já é estressante, imagine conviver com um profissional que tem a testa franzida durante todo o expediente?
2 - Quem acredita que estar calado durante quase todo o dia garantirá que os conflitos e os problemas ficarão sempre longe, engana-se. Ao invés de ser considerado um indivíduo que não quer confusão com os colegas, pode ser interpretado como alguém que se acha melhor do que os demais.
3 – Há ainda profissionais que se afastam dos seus pares, com receio de perder o cargo. Afinal, se conversar com os outros pode dar o “ouro ao bandido” e repassar informações valiosas. Lembre-se que existem dois tipos de conhecimento: aquele que está registrado nos livros, manuais, computadores e aquele que você carrega ao longo da vida e que ninguém pode arrancá-lo da sua mente, pois foi conquistado graças ao seu esforço.
4 - Da mesma forma que o profissional nega-se em compartilhar conhecimento com os demais colegas, ele dá motivos para que seus pares não partilhem novas tendências do mercado consideradas valiosas para o negócio da empresa. Ou seja, a pessoa torna-se “um peixe fora d’água”, enquanto muitos fatos relevantes ocorrer ao seu redor.
5 - O isolamento traz outro ponto negativo. Com o passar do tempo, quem se mantém afastado dos colegas observa que nunca é convidado para assistir uma peça teatral, um bom filme ou mesmo para uma boa conversa depois do expediente. O sentimento de discriminação acaba por invadir a pessoa.
6 - Você se aproximaria fecha-se em uma ostra e faz um mundo “paralelo” no ambiente organizacional, em determinado momento precisará, por exemplo, de alguma informação para agilizar o seu trabalho. No entanto, como você nunca se mostrou disposto a ajudar seus colegas e tampouco manteve um relacionamento, no mínimo, educado, a chance de ter seu pedido atendido prontamente será remota.
7 – Informações valiosas e relacionadas ao ambiente de trabalho sempre circulam entre os profissionais. Não se inclua aqui os boatos promovidos pela “rádio peão“, mas notícias que agregam valor ao profissional como a realização e um treinamento com número limitado de vagas. Quando se está isolado da equipe, essas informações chegarão até você, mas quando as inscrições estiverem encerradas.
8 - Quando o afastamento do profissional ganha proporções significativas, isso não é perceptível apenas pelos membros da equipe, mas também pelo gestor que está atento a tudo o que acontece no setor que está sob sua responsabilidade. Um profissional que se fecha para o mundo, esquece de que ele mantém distância da sua liderança e isso, por sua vez, pode passar a impressão de que sua satisfação com a empresa é negativa. Se, porventura, ocorrer a necessidade de redução do quadro funcional, quem não está engajamento com a equipe pode tornar-se alvo de um futuro desligamento.
9 – Dizer não para o os relacionamentos interpessoais é podar a chance de adquirir uma das mais requisitadas competências comportamentais da atualidade: aptidão para trabalhar em equipe. Vale ressaltar que esse diferencial facilita consideravelmente que os profissionais aceitem com menos impacto os processos de mudanças e a realidade de que a globalização trouxe consigo a diversidade. Trabalhar com profissionais que apresentam personalidades diferenciadas e valores, por vezes, antagônicos é uma realidade que toda empresa competitiva convive diariamente.
10 – Empregabilidade. Essa palavra sempre se encontra em evidência no mercado em constante processo de mudança. Nesse contexto, os profissionais que estão atentos às tendências organizacionais reconhecem o valor de uma boa rede de relacionamento, com vistas em necessidades futuras. Quando alguém opta por se afastar da equipe está podando a possibilidade de manter de manter um network ativo.

Reverter os resultados negativos da equipe

significa que o gestor e sua equipe não são competentes para a realização das suas atividades, afinal com o mercado em constante processo de mudança é possível que o surgimento de um determinado fator interfira na conquista das metas. Nesse momento, entrar em desespero não leva a lugar algum. Pelo contrário, só complica a situação e faz com que as pessoas deixem de enxergar as alternativas para solucionar os problemas. Confira abaixo, algumas ações que os líderes podem adotar para reverter o quadro “negativo” que atingiu sua equipe.
1 – Convide sua equipe para uma conversa aberta e exponha a situação. Mostre que é preciso adotar ações rápidas para reverter a situação, pois sempre é possível encontrar uma alternativa de sucesso para aliviar e solucionar problemas.
2 – Em hipótese alguma, deve-se culpar um único funcionário pelos resultados negativos. Isso porque se algo deixou de ser feito, há outros profissionais que formam a equipe e que devem estar atentos ao andamento das atividades do seu departamento.
3 - Converse individualmente com cada membro da sua equipe. Tente identificar os pontos fortes de cada um, bem como os que precisam ser trabalhados. Talvez, durante um “bate-papo” com algum dos subordinados, você identifique a “brecha” que contribuiu para a não obtenção dos resultados esperados.
4 - Saiba ouvir sua equipe. Para isso, solicite que cada um apresente ideias, que podem melhorar a performance da equipe. Por mais simples que seja uma sugestão, ela pode ser o ponto de partida para reverter o quadro negativo.
5 - Quando uma boa idéia for apresentada por um dos profissionais que formam seu time, convide os demais para apresentar a alternativa. Esse é o momento para amadurecer a sugestão e ver se é ou não viável colocá-la em prática.
6 - Durante o processo de reversão do quadro, não guarde informações para si. Como líder, você precisa compartilhar os resultados com os demais profissionais. Isso permitirá que todos tenham ciência de como se encontra a situação e o que cada um pode agregar de valor para o alcance das metas.
7 - É comum que em momentos de crise surjam conflitos entre os membros de uma equipe. Se isso for observado, não deixe que esse tipo de problema ganhe proporções. Convide os envolvidos no “desentendimento” para um diálogo aberto e os faça entender que jogar pedras em nada melhorará a situação.
8 - Mostre-se aberto aos profissionais que se encontram inseguros diante de uma situação de crise. Como você está na condução do barco, caso alguém demonstre sinais de desmotivação, converse com a pessoa antes que os demais profissionais também entrem no processo de apatia.
9 - Se a estratégia que você traçou junto com sua equipe não está dando certo, é o momento de rever as diretrizes e ser “redesenhado”. Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje.
10 - A cada resultado expressivo que foi alcançado, aproveite o momento para mostrar que o empenho de todos está sendo válido. Isso fará com que a equipe sinta-se mais coesa e estimulada com os objetivos a serem conquistados.

Persistência é tudo

Muita gente acha que é difícil começar uma caminhada. Pessoalmente penso diferente. Para mim, mas difícil que iniciar é continuar... De começos o mundo está cheio: os que começam um casamento, os que começam a abandonar um vício, os que iniciam o aprendizado de uma língua e por ai vai. Ir em frente é mais complicado. Exige persistência e muita força de vontade. Requer que nós olhemos para trás com sentimento de satisfação pela experiência adquirida e não com remorso ou sensação de arrependimento. Que nós tenhamos sonhos, mas que não vivamos de sonhos. Que choremos, mas não deixemos as lágrimas turvarem nossa visão. Que escutemos os outros, mas que não desistamos de fazer o que julguemos certo, por causa deles. Tudo isso de tão simples parece coisa de criança. E é mesmo! Antes de aprendermos a andar precisamos: cair muitas vezes, nos machucar, chorar, ser motivo de riso, e nem por isso tudo desistimos ou deixamos de levantar. Nisso temos muito que aprender com as crianças. Elas "sabem" que antes de dar os primeiros passos, é preciso ficar de pé, e antes disso é preciso engatinhar. Que precisamos das pessoas para servir de apoio, mas, que elas não são bengalas e nós não somos aleijados. Se todas as pessoas soubessem disso teríamos bem menos fracassados no mundo. Gente que poderia atingir grandes coisas, mas que desiste no meio do caminho. Diante disso só temos a agradecer a predisposição para certos aprendizados na infância. Se fosse o contrário, muita gente hoje estaria numa cadeira de rodas.
Marcos Lima e Ronaldo Oliveira

Sugestões de Filmes e Vídeos

• Caçadores de emoção
• A múmia
• O óleo de Lorenzo
• O professor Aloprado
• 100 anos após Pasteur
• O contador de histórias (Forrest Gump)
• Mauá o Imperador e o rei
• O nome da Rosa
• Sociedade dos Poetas Mortos
• A missão
• Carlota Joaquina, Princesa do Brasil
• Abril despedaçado
• Matilda
• A guerra do fogo
• O enigma de Kaspar Hauser
• Tempos Modernos
• Germinal
• A vida em preto e branco
• Pokémon 3
• Big Bang
• Mayas Cultura e conhecimento
• Progresso científico ao longo da historia (TV cultura)
• Religiosidade Brasileira
• Mito de Pandora
• Alegoria da Caverna
• Revolução tecnológica
• Sociedade Brasileira
• Caramuru A Invenção do Brasil
• Amistad
• Corrente do Bem
• O código
• Música do coração
• Uma odisséia no espaço
• A sombra e a escuridão
• Esqueceram de mim

VÍDEOS
• Epitáfio (titãs)
• Monstros S.A
• Estrada Nova - Osvaldo Montenegro
• Que País é esse –(Paralamas do sucesso)
• A história de Rebeca
• Como uma onda no mar (Lulu Santos)
• Animação Pixar (for the Birdes)

Terço da Libertação

Inicia-se com o credo e termina com a oração da Salve Rainha.
Em cada conta do Pai Nosso diz:
Se Jesus me libertar serei verdadeiramente livre, ou se Jesus libertar a minha família a minha família será verdadeiramente livre.
Se Jesus libertar o fulano tal, o fulano tal será verdadeiramente livre.
Em cada conta das Ave-Marias, oramos:
Jesus tem de piedade de mim!
Jesus cura-me!
Jesus salva-me!
Jesus liberta-me!
Jesus tem piedade de minha família...
Jesus tem piedade do fulano tal.

Links interessantes

http://www.velhosabio.com.br/
http://www.frasesnaweb.com.br/datas-comemorativas/dia-mundial-do-amigo
http://tantasfrases.blogspot.com/2009/04/parceria.html
http://flaviamonteiro-psicopedagogia.blogspot.com/
http://www.abpp.com.br/artigos/62.htm
http://www.colegiosantamaria.com.br/santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=1
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/o-fracasso-escolar-segundo-a-psicopedagogia.php
http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/Vseminario/Anais_V_Seminario/educacao/comu/INTERVENCAO%20PSICOPEDAGOGICA%20-%20REFLEXAO%20E%20PROPOSTAS.pdf
http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-71282005000100009
http://www.educonufs.com.br/ivcoloquio/cdcoloquio/eixo_08/e8-55.pdf
http://www.webartigos.com/articles/48/1/A-Importancia-Do-Psicopedagogo/pagina1.html

Quem motivará sua equipe?

Se alguém perdeu a motivação, quer dizer que ela perdeu o "motivo" de agir ou o motivo da ação.

Caberá ao líder alimentar tal motivação de tempos em tempos através de reuniões, dinâmicas de grupo, palestras ou mesmo através de conversas informais "ao pé do ouvido" com o profissional em horários convenientes.
Leia mais no site abaixo.
Escola-
Você já pensou que o tempo que você dispõe para ajudar seus alunos é limitado? E por isso precisa ser: bem aproveitado, bem utilizado, bem vivido.
A comunidade escolar cresce pelo trabalho feito em comum, faça uma lista de coisas que podem fazer melhorar o funcionamento da escola.
O professor é o recurso humano chave da escola, é ele quem da o tom e marca o ritmo do trabalho.
Que assuntos já deram em matemática? Ciências? Geografia? Português? E historia?
Com quem vou fazer o planejamento?
O que a gente quer com isso? Descrever o que esta imaginando para chegar o objetivo proposto e depois ver se deu certo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

BOM DIA!




Você chegou ao trabalho!
Ore por iluminação e programe seu dia:
Isto se chama reflexão
Agora com tudo planejado, comece a trabalhar:
Isto se chama ação
Acredite que tudo dará certo:
Isto se chama fé
Faça tudo com alegria:
Isto se chama entusiasmo
Dê o melhor de se:
Isto se chama perfeição
Deus está com você
Isto se chama amor.

domingo, 10 de julho de 2011

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Aos oito dias do mês de julho de dois mil e onze, reuniram-se na escola grupo escolar Navarro de Brito pais,alunos, e toda equipe escolar. A Diretora Marili ressaltou a importância da avaliação fazendo uma exposição sucinta do processo, afirmando que a avaliação deve ser um processo permanente, pediu que refletissem e opinassem com criticidade todo ambiente e contexto escolar. Comentando ainda sobre o horário das aulas, fardamento, avaliações da unidade, processo de desempenho, freqüência e aprendizagem dos alunos.Em seguida foi lido o texto “Lições de um Espelho” contribuindo para a reflexão do que é avaliar.

Reunião de Sensibilização para Avaliação Institucional

Com o objetivo de sensibilizar a equipe escolar para a realização da Avaliação Institucional reuniu-se todos os funcionários durante a noite da quinta-feira, dia 07/07/11. Durante a reunião a diretora Marili expos o objetivo sobre o processo avaliativo, falando sobre a escola e o papel de cada um. A dinâmica estabelecida esteve voltada a reflexão do Processo de Avaliação Institucional Interna através da troca de experiências, gerenciamento, dúvidas e dificuldades quanto à estrutura e finalidade da mesma.Foi apresentado o vídeo “o problema não é meu” que de forma bem humorada mostra o velho costume que temos de não assumirmos as responsabilidades de problemas que ocorrem dentro da instituição. Alguns participantes citaram vários pontos positivos na prática de avaliação, destacando que esta é a oportunidade de repensar ações e práticas. Muitas dificuldades também foram apontadas relacionadas ao compromisso de todos com a instituição e desenvolvimento pedagogico. Finalizando com o slide o laço e o abraço.

Diagnóstico e Intervenção Psicopedagogica com alunos da EJA






Um Olhar para dentro de mim!
Justificativa - O ser humano tem uma necessidade intriseca de olhar para dentro de si, na busca de melhorar sempre, pois o homem é um ser aprendente e está em permanente processo de abertura para novas interpretações e busca de novos sentidos.
Nesta perspectiva, é fundamental que o sujeito mantenha sua auto-estima elevada para que haja maior interesse pelo aprender e assim conectar-se em novas redes de saberes, possibilitando uma reflexão sobre a capacidade única que cada um possui, pois o ser humano possui habilidades múltiplas e todos são importantes para o desenvolvimento da sociedade.
Objetivo Geral-Elevar a auto-estima dos educandos sensibilizando-os para a reflexão sobre os seus projetos de vida, pois a construção do futuro depende das vivencias e escolhas permanentes.
cronograma
1º momento - Acolhida
2º momento - Dinâmica - Hora de Relaxar
3º momento - Filme: Tocando o Céu
4º momento - Atividade Lúdica
Eu sou importante
5º momento - Atividade Lúdica
Meu presente / Meu futuro
6º momento - Considerações finais
Vídeo Tente Outra Vez
Mediadoras:
Antonyara Andrade Alencar
Arigésica Andrade Moura
Maria da Conceição Andrade Mota
Telma de Almeida Victor Reis
sob a Orientação da Professora Mcs Glaciene Januário Hottis Lyra
(Pedagoga, psicanalista e psicopedagoga)
Mensagem
"Os sonhos transformam a vida numa grande aventura. Eles nao determinam o lugar aonde voce vai chegar,mas produzem a força necessaria para arrancá-lo do lugar em que voce está. (...)Ninguem é digno do pódio se nao usar suas derrotas para alcançá-lo. Ninguem é digno de sabedoria se nao usar suas lágrimas para cultivá-la. Ninguem terá prazer no estrelato se desprezar a beleza das coisas simples no anonimato. Pois nelas se escondem os segredos da felicidade.
(...) Apesar dos nosso defeitos,precisamos enxergar que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que nao existem pessoas de sucesso ou pessoas fracassadas. O que existe são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou desistem deles. Por isso, desejo sinceramente que voce...NUNCA DESISTA DOS TEUS SONHOS!" Augusto Cury
Local: Grupo Escolar Navarro de Brito
Data- 07/07/2011
horario-19:30 horas.
Pós-Graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional

quarta-feira, 6 de julho de 2011

As coisas mais importantes da vida

Lucas havia acabado de completar 18 anos. Estudava dia e noite, com o objetivo de passar no vestibular final do ano e poder fazer o curso que tanto sonhou: medicina. Seguiria os passos do pai, cirurgião, que, além de um homem exemplar, era o grande herói do rapaz. O anseio por entrar na faculdade aumentou ainda mais quando seu pai prometeu-lhe um carro se conseguisse a vaga. Estudou muito, conseguiu... E o problema começou.

No dia seguinte, sem perder tempo, pai e filho foram atrás dos lançamentos do mercado automobilístico. Lucas não se segurava de tanta excitação com a ideia de ter seu primeiro carro, e estava completamente indeciso. Após algumas horas, avaliando todos os modelos e cores, o rapaz escolheu o seu.

Alguns dias depois, chegou a festa de comemoração por ter passado no vestibular. Era nesse dia que seu pai lhe daria o tão sonhado presente. Lucas não havia conseguido dormir no dia anterior, esperando aquela tão preciosa chave em suas mãos. Seus amigos estavam tão excitados quanto o rapaz por, finalmente, alguém da turma ter um carro.

Chega a hora. O pai chamou atenção de toda a festa e se dirigiu ao centro da sala. Lucas, nervoso, foi para perto dele. O pai então disse: “Meu filho, este é o presente que seu avô me deu ao entrar no curso de medicina, e agora repasso a você”, e entregou-lhe um livro, de título: As coisas mais importantes da vida.

Nesse momento, Lucas jogou o livro no sofá, gritou de raiva e saiu pela porta da frente, sem voltar pra casa a noite inteira. Os convidados, todos constrangidos, foram se retirando aos poucos enquanto o pai do rapaz apanhava o livro, com carinho, olhando-o com um ar de nostalgia e saudade do seu próprio pai. Estava triste pelo garoto não ter agido da forma como esperava.

Alguns anos se passaram, e Lucas continuava sem falar com seu pai. Terminou seu curso, conseguiu um emprego e começou a morar sozinho. Os anos passando, e nada. Lucas encontrou o grande amor de sua vida. Os anos passando, e nada. A mãe do rapaz sofreu um acidente, e não resistiu. Faleceu. Seu pai ficou sozinho agora, mas Lucas nem ligava.

Tempos depois, o rapaz foi abatido por uma doença grave. Enquanto ele estava no hospital, sua namorada estava viajando a negócios, ia ficar 3 meses fora. Lucas só tinha seu pai para ficar ao seu lado. Como o garoto estava inconsciente, seu velho ficou cuidando dele durante todo o tratamento, sem sair uma vez se quer. Horas antes de Lucas acordar, o homem foi embora, com medo da reação do rapaz ao vê-lo.

Mais alguns anos passaram, e Lucas se casou. Convidou todos os seus amigos, tios, mas não convidou seu pai. Os anos passando, e nada. O pai do rapaz já havia atingido certa idade, executava algumas tarefas com certa dificuldade, pois estava sozinho na vida há algum tempo. Os anos passando, e nada. O pai de Lucas descobriu que estava com uma doença terminal, mas achou melhor não incomodar o seu garoto com isso.

Foi então que a vida atingiu seu destino inevitável: o pai do garoto, devido a doença, faleceu. Seu enterro não foi muito cheio, afinal, a maioria de seus amigos e pessoas próximas já haviam falecido também. Lucas foi uma das poucas pessoas a ir. Seu arrependimento havia batido, estava com saudades do velho herói, afinal, mesmo que eles nunca estivessem juntos, ele sabia que seu pai sempre estaria lá pra ele.

Ao voltar da cerimônia, Lucas se dirigiu a estante de livros, onde havia guardado, há muito tempo atrás, o livro que seu pai lhe dera. Começou a ler, incansavelmente, virando a noite até terminar o livro. Foi então, que na última página, seu pai escreveu a seguinte mensagem:

“Meu filho, você não pode imaginar o quão orgulhoso você me deixa. Todo esse tempo que você estudou, se dedicou, foi mais do que merecida a vaga que você conseguiu. Além do filho exemplar que você é, não deixa de ser uma pessoa maravilhosa, e sei que sua vida será cheia de sucesso e amor, por parte de seus amigos, suas namoradas, e, principalmente, minha e da sua mãe. Não deixe ninguém dizer que você não consegue atingir seus objetivos, pois, a cada etapa da sua vida, você prova que consegue. Você diz a todo mundo que eu sou seu exemplo, seu herói... mas a verdade é que você que me dá forças pra seguir nessa vida, você que me salva todos os dias desse mundo sem amor e compaixão.
Meus amigos do trabalho já não agüentam mais ouvir eu me orgulhando de você! De como você aprendeu a tocar violão rápido, como ganhou aquele concurso de redação. Mas nem me importo com eles, não tenho culpa se os filhos deles não têm a mesma garra que você! Não se esqueça nunca que sempre estarei do seu lado, mesmo quando você menos imaginar ou querer. Afinal, você é a pessoa que eu mais amo nesse mundo. Boa sorte filho, você merece mais do que o mundo pode oferecer a você.
Obs: Virando “a página, preguei com fita seu presente.”

Ao virar a última página, Lucas viu um cheque no valor exato do carro que os dois haviam escolhido na época. E nada mais importava agora...

O perdão é uma arte para poucos, mas o arrependimento é uma dor de muitos.

Reunião com os alunos da EJA






Aconteceu hoje 06/07/11 quarta-feira, uma reunião com os alunos da EJA (Educação de Jovens e Adultos) professores e Direção. O objetivo da reunião foi incentivar e motivar os alunos infrequentes a retornarem as aulas, essa situação tem causado preocupação a todos que fazem a escola. A escola conta com 2 turmas de EJA: estágio I e II que correspondem ao Ensino Fundamental I. A diretora Marili de Andrade Sena iniciou a reunião dando enfase a algumas problematizações e esclarecendo algumas dúvidas, mostrando sua preocupaçao com a evasâo,a professora Karmem retoma a fala manifestando tambem sua preocupação em relação a atuação dos professores quanto ao ensino que deve ser diferenciado. enfatiza a questão da metodologia que deve ser adaptada aos projetos pedagógicos,incluindo as expectativas e a realidade dos alunos.finalizando com a mensagem "História de uma vida"