Aconteceu no dia 23 de março na escola Navarro de Brito uma palestra no pátio da escola com a psicóloga Cátia do Creas . Nesta palestra, a mesma falou sobre a violência em diversas dimensões, sexualidade e preconceito.sábado, 24 de março de 2012
PALESTRA COM A PSICOLOGA CÁTIA
Aconteceu no dia 23 de março na escola Navarro de Brito uma palestra no pátio da escola com a psicóloga Cátia do Creas . Nesta palestra, a mesma falou sobre a violência em diversas dimensões, sexualidade e preconceito.sexta-feira, 16 de março de 2012
ASSEMBLÉIA APLB DIA 14 DE MARÇO EM QUIJINGUE

quarta-feira, 14 de março de 2012
HISTÓRIA DE QUIJINGUE

QUIJINGUE - palavra indígena que significa Mata Fechada.
Localização Geográfica: Semi-árido (Sertão)
Área Territorial: 1.271,07 km²
Microrregião: Euclides da Cunha
Divisas do Município: Araci, Tucano, Banzaê, Euclides da Cunha, Monte Santo, Cansanção.
Indicadores Demográficos:
Populção Rural: 20.859
Número de Eleitores: 18.661
Município situado na MESO 04 (Nordeste Baiano), MRG 014 (Euclides da Cunha), desmembrado do Município de Tucano pela lei nº. 1.640, de 15.03.1962, com sede na localidade de igual nome e instalado aos 07.04.1963.
Quijingue era distrito de Tucano desde a DTB de 1933 onde aparece com o nome de Triunfo (criado pela Lei Municipal nº. 11, de 30.04.1917), nome com o qual permaneceu até que o Decreto Lei Estadual nº. 141, de 31.12.1943, alterou para Quijingue.
(DTB= Divisão Territorial Brasileira)
Quijingue está situado na região Nordeste da Bahia, a uma distância de 322 km da capital Salvador. Faz limite com os municípios de Euclides de Cunha, Tucano, Cansanção, Araci, Monte Santo e Banzaê. O acesso ao município se dá através da BA 381 que é ligada a BR 116
terça-feira, 13 de março de 2012
REUNIÃO EMERGENTE

quarta-feira, 7 de março de 2012
PALESTRA COM A DOUTORA SIMONE E EQUIPE

sábado, 3 de março de 2012
Plano de Ações Articuladas (PAR)
O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, um programa estratégico do PDE, instituído pelo Decreto 6.094 de 24 de abril de 2007, inaugurou um novo regime de colaboração, conciliando a atuação dos entes federados sem lhes ferir a autonomia, envolvendo primordialmente a decisão política, a ação técnica e atendimento da demanda educacional, visando à melhoria dos indicadores educacionais. Sendo um compromisso fundado em vinte e oito diretrizes e consubstanciado em um plano de metas concretas e efetivas, compartilha competências políticas, técnicas e financeiras para a execução de programas de manutenção e desenvolvimento da educação básica.
A partir da adesão ao Plano de Metas, os estados, os municípios e o Distrito Federal passaram à elaboração de seus respectivos Planos de Ações Articuladas (PAR). A partir de 2011, os entes federados poderão fazer um novo diagnóstico da situação educacional local e elaborar o planejamento para uma nova etapa (2011 a 2014), com base no Ideb dos últimos anos (2005, 2007 e 2009).
BRASIL ALFABETIZADO
O MEC realiza, desde 2003, o Programa Brasil Alfabetizado (PBA), voltado para a alfabetização de jovens, adultos e idosos. O programa é uma porta de acesso à cidadania e o despertar do interesse pela elevação da escolaridade. O Brasil Alfabetizado é desenvolvido em todo o território nacional, com o atendimento prioritário a 1.928 municípios que apresentam taxa de analfabetismo igual ou superior a 25%. Desse total, 90% localizam-se na região Nordeste. Esses municípios recebem apoio técnico na implementação das ações do programa, visando garantir a continuidade dos estudos aos alfabetizandos. Podem aderir ao programa, por meio das resoluções específicas publicadas no Diário Oficial da União, estados, municípios e o Distrito Federal.O quadro de alfabetizadores deve ser composto, preferencialmente, por professores da rede pública. Esses profissionais recebem uma bolsa do Ministério da Educação para desenvolver esse trabalho, no contraturno de suas atividades. Mas qualquer cidadão, com nível médio completo, pode se tornar um alfabetizador do programa. Ele deve cadastrar-se junto à prefeitura ou secretaria estadual de educação onde receberá formação adequada.
Com a reformulação do programa, em 2007,o sistema de bolsas pagas pelo governo federal aos alfabetizadores e coordenadores passou a ser feita diretamente ao bolsista em sua conta corrente.
Os valores vigentes são:
I – Bolsa classe I: Valor de R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais) mensais para o alfabetizador com turma ativa de jovens, adultos e idosos;
II – Bolsa classe II: Valor de R$ 275,00 (duzentos e setenta e cinco reais) mensais para o alfabetizador com turma ativa que inclua jovens, adultos e idosos com necessidades educacionais especiais, a população carcerária e aos jovens em cumprimento de medidas socioeducativas;
III – Bolsa classe III: Valor de R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais) mensais para o tradutor-intérprete de LIBRAS que auxilia o alfabetizador com turma ativa que inclui jovens, adultos e idosos surdos;
IV – Bolsa classe IV: Valores de R$ 500,00 (quinhentos reais) mensais para o coordenador de turmas de jovens, adultos e idosos;
V – Bolsa classe V: Valores de R$ 500,00 (quinhentos reais) mensais para o alfabetizador com 2 (duas) turmas de alfabetização ativas.
Além do pagamento de bolsas aos alfabetizadores e coordenadores de turmas, o MEC/FNDE repassa recursos financeiros aos estados e municípios, por meio de transferência automática, para financiamento das seguintes ações: formação de alfabetizadores, aquisição de gêneros alimentícios para a merenda e, também, de materiais escolares, pedagógicos, didáticos e literários, e de apoio ao professor em geral.
O Brasil Alfabetizado atendeu 9,9 milhões de jovens e adultos desde sua criação até 2008.Naquele ano, a União aplicou R$ 245,8 milhões no programa. Em 2009, cerca de 2 milhões de alfabetizandos devem ser atendidos. (Saiba mais)
Conheça também outras ações complementares de alfabetização e educação de jovens e adultos desenvolvidas pelo Ministério da Educação:
A Droga CRACK
O crack surgiu nos Estados Unidos na década de 1980 em bairros pobres de Nova Iorque, Los Angeles e Miami. O baixo preço da droga e a possibilidade de fabricação caseira atraíram consumidores que não podiam comprar cocaína refinada, mais cara e, por isso, de difícil acesso. Aos jovens atraídos pelo custo da droga juntaram-se usuários de cocaína injetável, que viram no crack uma opção com efeitos igualmente intensos, porém sem risco de contaminação pelo vírus da Aids, que se tornou epidemia na época.No Brasil, a droga chegou no início da década de 1990 e se disseminou inicialmente em São Paulo. “O consumo do crack se alastrou no País por ser uma droga de custo mais baixo que o cloridrato de coca, a cocaína refinada (em pó). Para produzir o crack, os traficantes utilizam menos produtos químicos para fabricação, o que a torna mais barata", explica Oslain Santana, diretor de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal.
Segundo estudo dos pesquisadores Solange Nappo e Lúcio Garcia de Oliveira, ambos da Universidade Federal de são Paulo (Unifesp), o primeiro relato do uso do crack em São Paulo aconteceu em 1989. Dois anos depois, em 1991, houve a primeira apreensão da droga, que avançou rapidamente: de 204 registros de apreensões em 1993 para 1.906 casos em 1995. Para popularizar o crack e aquecer as vendas, os traficantes esgotavam as reservas de outras drogas nos pontos de distribuição, disponibilizando apenas as pedras. Logo, diante da falta de alternativas, os usuários foram obrigados a optar e aderir ao uso.
Hoje, a droga está presente nos principais centros urbanos do País. Os dados mais recentes sobre o consumo do crack estão sendo coletados e indicarão as principais regiões afetadas, bem como o perfil do usuário. Segundo, no entanto, pesquisa domiciliar realizada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD, em parceria com o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) em 2005, 0,1% da população brasileira consumia a droga.