sábado, 24 de março de 2012

PALESTRA COM A PSICOLOGA CÁTIA

Aconteceu no dia 23 de março na escola Navarro de Brito uma palestra no pátio da escola com a psicóloga Cátia do Creas . Nesta palestra, a mesma falou sobre a violência em diversas dimensões, sexualidade e preconceito.

A palestra aconteceu em dois momentos: no turno matutino e no vespertino e durou cerca de 30 minutos cada momento.

sexta-feira, 16 de março de 2012

ASSEMBLÉIA APLB DIA 14 DE MARÇO EM QUIJINGUE

Aconteceu dia 14 de março no colégio CEAQ, uma assembléia com os profissionais em educação, comandada pelo presidente da APLB, Marcelo. Na oportunidade, o presidente falou sobre o novo piso salarial dos professores e de outros assuntos pertinentes.
Os profissionais em educação estão paralisados desde do dia 14 de março. A greve nacional da educação segue até a sexta, dia 16. Os sindicatos filiados à CNTE continuam com uma agenda intensa de atividades, envolvendo toda a comunidade, para protestar contra o descaso de grande parte dos gestores públicos em não cumprir a Lei Nacional do Piso do Magistério. Veja o que está acontecendo em seu estado. Na sexta-feira, a CNTE divulgará um balanço do movimento.
Segundo os cálculos do MEC, a previsão de atualização do piso é de 22,22%.
A CNTE orienta as suas entidades filiadas que lutam pela implementação do Piso Salarial Profissional Nacional, que o processo de negociação com os governos inicie com o valor defendido pela CNTE de 1.937,26 como vencimento inicial na carreira.

quarta-feira, 14 de março de 2012

HISTÓRIA DE QUIJINGUE

A atual cidade de Quijingue originou-se na Fazenda Onça, de propriedade do Sr. Gregório José de Almeida, que passou a chamar-se Fazenda ?São João da Onça? em razão do sucesso das festas que eram realizadas anualmente no dia de São João, com a presença de todos os moradores das regiões vizinhas, e onde aconteciam queima de fogos, fogueiras e outras atividades juninas. Com o passar do tempo, a festança fora transferida para fazenda Lagoa Grande, que a partir de então, passou a contar com o fluxo de pessoas cada vez maior, sendo construídos os primeiros casebres e a capela, com a colaboração do conselheiro Francisco e do Sr. Gregório José de Almeida. Procedente de Bom Conselho, atual Cícero Dantas, acompanhado de vários seguidores, chegou ao arraial, por volta de 1893, Antônio Vicente Mendes Maciel, o Antônio Conselheiro, quando o nome da localidade mudou para Triunfo, sendo seus fundadores Severo Ferreira de Brito, Gregório José de Almeida, Joaquim Pereira de Oliveira, Salu, José Peba e José Bezerra de Oliveira. Neste período, o povoado fora visitado pelos ?Revoltosos? que inquietavam a população por onde passava. Posteriormente, contou com a presença do cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião.
Pertencente ao Município de Tucano, o povoado passou a ser denominado Distrito de Triunfo, e com o surgimento de um maior número de habitantes e a necessidade de libertar-se do jugo do Município de Tucano, surgiram os primeiros movimentos para emancipação política, que veio a se concretizar em 15 de março de 1962, através da Lei nº 1640.
Distrito criado com a denominação de Triunfo, pela lei municipal nº 11, de 30-04-1917, aprovada pela lei estadual nº 1199, de 03-07-1917, subordinado ao município de Tucano.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Triunfo figura no município de Tucano. Assim permanecendo no quadro fixado para vigorar no período de 1930-1943. Pelo decreto lei estadual nº 141, de 31-12-1943, confirmado pelo decreto-lei estadual nº 12978, de 01-06-1944, o distrito de Triunfo tomou a denominação de Quijingue.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Quijingue (ex-Triunfo), figura no Município de Tucano. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria município com a denominação de Quijingue, pela lei estadual nº 1640, de 15-03-1962, desmembrado de Tucano. Sede no antigo distrito de Quijingue. Constituído do distrito sede. Instalado em 07-04-1963.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.
Pela lei estadual nº 4040, de 14-05-1982, é criado o distrito de Algodões (ex-povoado) e anexado ao município de Quijingue.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 2 distritos: Quijingue e de Algodões.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
riunfo para Quijingue, alterado pelo Decreto Lei Estadual nº 141, de 31-12-1943, confirmado pelo Decreto-Lei Estadual nº 12978, de 01-06-1944.

QUIJINGUE - palavra indígena que significa Mata Fechada.

ÁREA GEOGRÁFICA

Localização Geográfica: Semi-árido (Sertão)

Área Territorial: 1.271,07 km²

Microrregião: Euclides da Cunha

Divisas do Município: Araci, Tucano, Banzaê, Euclides da Cunha, Monte Santo, Cansanção.

Indicadores Demográficos:

População Total: 27.243 - (IBGE: Censo 2010)

População Urbana: 6.384 (IBGE: Censo 2010)

Populção Rural: 20.859

Número de Eleitores: 18.661

Município situado na MESO 04 (Nordeste Baiano), MRG 014 (Euclides da Cunha), desmembrado do Município de Tucano pela lei nº. 1.640, de 15.03.1962, com sede na localidade de igual nome e instalado aos 07.04.1963.

Quijingue era distrito de Tucano desde a DTB de 1933 onde aparece com o nome de Triunfo (criado pela Lei Municipal nº. 11, de 30.04.1917), nome com o qual permaneceu até que o Decreto Lei Estadual nº. 141, de 31.12.1943, alterou para Quijingue.

(DTB= Divisão Territorial Brasileira)

Quijingue é um município brasileiro do estado da Bahia. Município da Região Sisaleira, possui uma área de 1.271,07 km². Foi fundado em 1962. Sua população é de 27.243 habitantes.

Quijingue está situado na região Nordeste da Bahia, a uma distância de 322 km da capital Salvador. Faz limite com os municípios de Euclides de Cunha, Tucano, Cansanção, Araci, Monte Santo e Banzaê. O acesso ao município se dá através da BA 381 que é ligada a BR 116

terça-feira, 13 de março de 2012

REUNIÃO EMERGENTE

Aconteceu dia 13 de março de 2012, as 16 horas no Grupo Escolar Navarro de Brito, uma reunião com a participação da diretora Marili, da coordenadora Vanessa e o corpo docente. O objetivo da reunião, foi para definir uma equipe para a preparação de um plano para que sejam realizadas atividades que envolvam direção, professores, funcionários, alunos dos diversos segmentos.
Para o desenvolvimento de cada atividade, o governo federal repassa recursos para ressarcimento de monitores, materiais de consumo e de apoio segundo as atividades. As escolas beneficiárias também recebem conjuntos de instrumentos musicais e rádio escolar, dentre outros; e referência de valores para equipamentos e materiais que podem ser adquiridos pela própria escola com os recursos repassados.
O Programa Mais Educação, criado pela Portaria Interministerial nº 17/2007, aumenta a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas que foram agrupadas em macrocampos como acompanhamento pedagógico, meio ambiente, esporte e lazer, direitos humanos, cultura e artes, cultura digital, prevenção e promoção da saúde, educomunicação, educação científica e educação econômica.

quarta-feira, 7 de março de 2012

PALESTRA COM A DOUTORA SIMONE E EQUIPE

Aconteceu no dia 7 de março de 2012, na escola Navarro, uma valiosa palestra com a Drª Simone. Na ocasião a doutora falou sobre a importância de cuidar da saúde dando prioridade a alimentos saudáveis e naturais. A mesma orientou o alunado a não priorizar os produtos industrializados, ricos em gorduras trans e que apesar de serem gostosos, são nocivos a saúde, principalmente quando existe o exagero no uso dos mesmos. Em seguida foi veiculado um vídeo que mostrou as consequências quando se exagera em alguns tipos de alimentos, "a obesidade".
Um outro assunto abordado na palestra, foi a questão do bulying que afeta toda a sociedade brasileira principalmente nos espaços escolares. Na ocasião foi veiculado um vídeo sobre o assunto.
Logo apos a palestra, foi feita a pesagem dos alunos e a medição da altura de cada um, pela equipe de endemia, comandada pela Doutora Simone.

sábado, 3 de março de 2012

Plano de Ações Articuladas (PAR)

O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), apresentado pelo Ministério da Educação em abril de 2007, colocou à disposição dos estados, municípios e Distrito Federal, instrumentos eficazes de avaliação e de implementação de políticas de melhoria da qualidade da educação, sobretudo da educação básica pública.

O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, um programa estratégico do PDE, instituído pelo Decreto 6.094 de 24 de abril de 2007, inaugurou um novo regime de colaboração, conciliando a atuação dos entes federados sem lhes ferir a autonomia, envolvendo primordialmente a decisão política, a ação técnica e atendimento da demanda educacional, visando à melhoria dos indicadores educacionais. Sendo um compromisso fundado em vinte e oito diretrizes e consubstanciado em um plano de metas concretas e efetivas, compartilha competências políticas, técnicas e financeiras para a execução de programas de manutenção e desenvolvimento da educação básica.

A partir da adesão ao Plano de Metas, os estados, os municípios e o Distrito Federal passaram à elaboração de seus respectivos Planos de Ações Articuladas (PAR). A partir de 2011, os entes federados poderão fazer um novo diagnóstico da situação educacional local e elaborar o planejamento para uma nova etapa (2011 a 2014), com base no Ideb dos últimos anos (2005, 2007 e 2009).

BRASIL ALFABETIZADO

O MEC realiza, desde 2003, o Programa Brasil Alfabetizado (PBA), voltado para a alfabetização de jovens, adultos e idosos. O programa é uma porta de acesso à cidadania e o despertar do interesse pela elevação da escolaridade. O Brasil Alfabetizado é desenvolvido em todo o território nacional, com o atendimento prioritário a 1.928 municípios que apresentam taxa de analfabetismo igual ou superior a 25%. Desse total, 90% localizam-se na região Nordeste. Esses municípios recebem apoio técnico na implementação das ações do programa, visando garantir a continuidade dos estudos aos alfabetizandos. Podem aderir ao programa, por meio das resoluções específicas publicadas no Diário Oficial da União, estados, municípios e o Distrito Federal.
O quadro de alfabetizadores deve ser composto, preferencialmente, por professores da rede pública. Esses profissionais recebem uma bolsa do Ministério da Educação para desenvolver esse trabalho, no contraturno de suas atividades. Mas qualquer cidadão, com nível médio completo, pode se tornar um alfabetizador do programa. Ele deve cadastrar-se junto à prefeitura ou secretaria estadual de educação onde receberá formação adequada.
Com a reformulação do programa, em 2007,o sistema de bolsas pagas pelo governo federal aos alfabetizadores e coordenadores passou a ser feita diretamente ao bolsista em sua conta corrente.
Os valores vigentes são:
I – Bolsa classe I: Valor de R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais) mensais para o alfabetizador com turma ativa de jovens, adultos e idosos;
II – Bolsa classe II: Valor de R$ 275,00 (duzentos e setenta e cinco reais) mensais para o alfabetizador com turma ativa que inclua jovens, adultos e idosos com necessidades educacionais especiais, a população carcerária e aos jovens em cumprimento de medidas socioeducativas;
III – Bolsa classe III: Valor de R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais) mensais para o tradutor-intérprete de LIBRAS que auxilia o alfabetizador com turma ativa que inclui jovens, adultos e idosos surdos;
IV – Bolsa classe IV: Valores de R$ 500,00 (quinhentos reais) mensais para o coordenador de turmas de jovens, adultos e idosos;
V – Bolsa classe V: Valores de R$ 500,00 (quinhentos reais) mensais para o alfabetizador com 2 (duas) turmas de alfabetização ativas.
Além do pagamento de bolsas aos alfabetizadores e coordenadores de turmas, o MEC/FNDE repassa recursos financeiros aos estados e municípios, por meio de transferência automática, para financiamento das seguintes ações: formação de alfabetizadores, aquisição de gêneros alimentícios para a merenda e, também, de materiais escolares, pedagógicos, didáticos e literários, e de apoio ao professor em geral.
O Brasil Alfabetizado atendeu 9,9 milhões de jovens e adultos desde sua criação até 2008.Naquele ano, a União aplicou R$ 245,8 milhões no programa. Em 2009, cerca de 2 milhões de alfabetizandos devem ser atendidos. (Saiba mais)
Conheça também outras ações complementares de alfabetização e educação de jovens e adultos desenvolvidas pelo Ministério da Educação:

A Droga CRACK

O crack surgiu nos Estados Unidos na década de 1980 em bairros pobres de Nova Iorque, Los Angeles e Miami. O baixo preço da droga e a possibilidade de fabricação caseira atraíram consumidores que não podiam comprar cocaína refinada, mais cara e, por isso, de difícil acesso. Aos jovens atraídos pelo custo da droga juntaram-se usuários de cocaína injetável, que viram no crack uma opção com efeitos igualmente intensos, porém sem risco de contaminação pelo vírus da Aids, que se tornou epidemia na época.
No Brasil, a droga chegou no início da década de 1990 e se disseminou inicialmente em São Paulo. “O consumo do crack se alastrou no País por ser uma droga de custo mais baixo que o cloridrato de coca, a cocaína refinada (em pó). Para produzir o crack, os traficantes utilizam menos produtos químicos para fabricação, o que a torna mais barata", explica Oslain Santana, diretor de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal.
Segundo estudo dos pesquisadores Solange Nappo e Lúcio Garcia de Oliveira, ambos da Universidade Federal de são Paulo (Unifesp), o primeiro relato do uso do crack em São Paulo aconteceu em 1989. Dois anos depois, em 1991, houve a primeira apreensão da droga, que avançou rapidamente: de 204 registros de apreensões em 1993 para 1.906 casos em 1995. Para popularizar o crack e aquecer as vendas, os traficantes esgotavam as reservas de outras drogas nos pontos de distribuição, disponibilizando apenas as pedras. Logo, diante da falta de alternativas, os usuários foram obrigados a optar e aderir ao uso.
Hoje, a droga está presente nos principais centros urbanos do País. Os dados mais recentes sobre o consumo do crack estão sendo coletados e indicarão as principais regiões afetadas, bem como o perfil do usuário. Segundo, no entanto, pesquisa domiciliar realizada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD, em parceria com o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) em 2005, 0,1% da população brasileira consumia a droga.